domingo, outubro 19, 2008

Baloiço ondulante





Continuas nos teus infindáveis avanços e recuos.
És como o vento, ora nem dás sinal de vida, que nem uma brisa suave se sente no ar e nem o baloiço se move, ora fazes mover o baloiço a tanta velocidade com os teus movimentos para a frente e para trás, que só penso até quando o podre baloiço já enferrujado e amolgado pelas feridas da vida vai aguentar esta tempestade.
Finges que não exiges nada, mas subtilmente deixas escapar o que pretendes saber.
Ditas o início e o fim da tempestade, como que pudesses controlar o vento e as emoções pudessem ser controladas para simbolizar um baloiço ao sabor do vento.
Não!
Não naquelas em que existe um lugar onde eu me possa abrigar de toda esta ventania constante e inconstante...
Porque o baloiço vai ficar numa metade ainda amolgado, enferrujado de tanta chuva e sujeito a quebrar porque as correntes não aguentam...

3 Comments:

Blogger Pinguim Alegre said...

Vim aqui agradecer o comenrtário e dei uma olha nos teus textos... Muito tempo ausente, mas sempre a mesma intensidade!

Voltarei mais vezes.

Bjs

20 outubro, 2008 20:37  
Blogger Pinguim Alegre said...

Este comentário foi removido pelo autor.

20 outubro, 2008 20:37  
Blogger Pinguim Alegre said...

Este comentário foi removido pelo autor.

20 outubro, 2008 20:37  

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