quarta-feira, outubro 28, 2015

AVENTURA-TE

Eu falo contigo. Mesmo que tu não ouças, mesmo que não compreendas a minha voz, eu falo contigo. Falo através das flores, das frutas, da natureza. Falo através do que tu sentes sempre que te deres oportunidade de contemplar. E sempre que falo, digo-te o que fazer. O que é melhor para ti, a nível evolutivo e experimental. A nível de luz. 

Mas nem sempre me ouves. Nem sempre olhas as flores, nem sempre contemplas. Nem sempre paras para me ouvir. Quando falo, dou-te conselhos, direcções. Mostro-te para onde vai a tua vida, e para onde devia ir, por onde és mais feliz e por onde mora a desgraça. A escolha é sempre tua. Só mostro caminhos. Não os escolho. E para quem não ouve, sobra a perda. Quem não me ouve não pode corrigir nada, apenas sofrer a perda e tentar aprender com ela. 

A perda, seja ela qual for, serve para que compreendas que o caminho não estava certo. Mas qual é o verdadeiro caminho? Depois da perda, há a compreensão de que é necessária a mudança. Mas mudar para onde? Mudar para quê? É essa a resposta que deves empenhar-te em descobrir. Tens uma vantagem sobre todos os que não olham para os sinais. Sabes que é preciso mudar. Os outros ainda não sabem disso. 

Resumindo: só te falta saber «onde» mudar. E para teres essa resposta, olha para o teu coração, olha para os teus mais íntimos planos. Aquilo que «sabes» que tens de fazer, embora ainda te falte a coragem; aquilo que achas ilógico, precipitado e imaturo. Quanto mais rótulos depreciativos o teu ego tiver colocado no teu sonho, mais forte ele será, e mais urgente também. 

Aproveita a perda. Se o que achavas que era bom e seguro já não o é, se o que achavas que era certo já não o é, se o que consideravas «normal» não deu certo, então aventura-te. A perda já tens. O não já tens. Agora aposta no teu mais improvável sonho. Aproveita a perda para ires à procura da tua felicidade. 


Jesus (in Mensagens de Luz, Projecto Alexandra Solnado) 

quinta-feira, fevereiro 05, 2015

O que me falta para ser feliz?

O que me falta para ser feliz?
Pergunta que paira no ar tantas vez pela cabeça, mas nunca se consegue uma resposta simples, uma resposta imediata!
Pensa-se normalmente pela ordem das coisas que não temos de momento, o que não quer dizer que sejam as mais importantes ou que se as tivéssemos, era a tal lacuna que nos faltava para ser feliz.
Será carreira?
Será?
Ou antes emigrar para poder ter PAZ!
Não é de dinheiro que se precisa para se começar uma família, mas do seu próprio canto num Mundo que é redondo.
Parece um contra-censo, mas não penso que seja!
É onde só entra quem tu quiseres, isto se tu quiseres que entre alguém!
Quanto mais longe melhor,
Quanto mais alto, mais perto!
Só assim terás tempo, para ter paz, ser feliz e construíres a tua própria família.
SER FELIZ!
A família não tem que ser taxativamente, 2 ou mais pessoas.
Porque a família começa sempre por TI, e a tua família és tu que a vais construir, desde amigos mais íntimos, a animais de estimação, a grupo de pessoas que amas e te amam.
Família são laços de amor não de sangue.
Quanto mais amares e fores amada, aí sim, SERÁS FELIZ.
Voa, voa Passarinho e não deixes que te cortem as asas e te tranquem numa gaiola.
Voa, voa Passarinho, ao sol, ao frio, ao vento, ao calor, sozinho, acompanhado.
Voa, voa Passarinho, voa em frente, sente a brisa do ar, vê as belezas do céu e não olhes para trás.
Voa, voa Passarinho, vai ser feliz.

quarta-feira, agosto 13, 2014

Suicídio anunciado ou mundo de olhos fechados?

Todos os suicídios são anunciados. 
Simplesmente a maior parte da pessoa que nos cumprimenta, 
aquela que é a nossa família, 
aquela que tem o nº de telemóvel gravado desde sempre, 
a que tem o nosso email, 
a que visita a nossa casa e até vai a festinhas e jantares comemorativos, 
critica-nos ou ajuda-nos?
Qual é a primeira coisa que faz quando nos vê na rua?
Abraça-nos e sorri com os olhos ou olha-nos de cima a baixo?
Ou pior, naquele dia, não está com disposição ou não está bem arranjada 
e finge que não nos vê?
Amizade passou a ser um consultório médico ou de advocacia, 
onde temos que marcar hora?
Podemos também pedir aos problemas, tormentos, devaneios, aflições 
para aparecerem só a determinada hora?
Exercício típico: 
"Dlim,Dlim... tocaram à campainha...schiuuuu... ninguém faz barulho... é o que alguém diz lá em casa. Não quero que me chateiem!"
Quem disse que seria uma chatice?
E se aquele momento poderia alterar a vida da outra pessoa?
O nosso limite acaba onde começa o limite da outra pessoa, por isso só nos cabe a nós defini-lho.
Todos temos o direito de sermos respeitamos, mas também um pouco de amor, amizade e compaixão nunca fizeram mal a ninguém.
Cada vez mais, as pessoas são hipócritas, preferem não ajudar o outro por 10 minutos, que seja, a não ajudar tempo nenhum!
Qual a lógica deste raciocínio?
Não me venham com o "Ai parece mal, tão pouco tempo!"
Tempo de qualidade é preciso,
para se viver melhor e
presenciar muitos momentos felizes. ;-)

terça-feira, abril 15, 2014

O Amor e o Tempo de António Feijó, in 'Sol de Inverno'

Pela montanha alcantilada 
Todos quatro em alegre companhia,
O Amor, o Tempo, a minha Amada
E eu subíamos um dia.

Da minha Amada no gentil semblante
Já se viam indícios de cansaço;
O Amor passava-nos adiante
E o Tempo acelerava o passo.

— «Amor! Amor! mais devagar!
Não corras tanto assim, que tão ligeira
Não pode com certeza caminhar
A minha doce companheira!»

Súbito, o Amor e o Tempo, combinados,
Abrem as asas trémulas ao vento...
— «Porque voais assim tão apressados?
Onde vos dirigis?» — Nesse momento,

Volta-se o Amor e diz com azedume:
— «Tende paciência, amigos meus!
Eu sempre tive este costume
De fugir com o Tempo... Adeus! Adeus!


segunda-feira, abril 07, 2014

Ninguém tem o direito de roubar tempo de vida a ninguém!

Curioso como as pessoas desvalorizam a influência que conseguem ter na vida uns dos outros! 
Tanto pelo positivo como negativo!
Sim, quantas vezes pensamos, mas acima de tudo nos responsabilizamos nós por isso?
Seremos nós justos para com os outros, ou existe uma necessidade doentia de termos sempre pessoas à nossa volta, para as usarmos quando bem queremos e as podermos controlar pelo belo prazer de as manipular, mas nunca assumindo como tal!
Ninguém tem o direito de roubar tempo de vida a ninguém!
Ser livre e deixar os outros o serem, mostra o quanto podemos ser altruístas para com o mundo e para nós mesmos.